Goiânia vive uma transformação na educação municipal sob a gestão do prefeito Sandro Mabel. A administração superou um cenário de déficit de 10 mil crianças na lista de espera para a educação infantil, escolas e creches com estruturas precárias, algumas com mais de 40 anos sem reforma geral, e falta de servidores. Os resultados incluem premiações nacionais, como o Selo Ouro do Compromisso Nacional com a Alfabetização, do MEC, pelo segundo ano consecutivo, e referência do Inep em alfabetização.
Em 2025, a prefeitura destinou 25,31% do orçamento à educação, acima do mínimo constitucional de 25%, com R$ 1,7 bilhão aplicados na folha de pagamento. Também foi garantido o pagamento do piso salarial nacional dos professores e a data-base dos servidores administrativos. Além disso, Mabel encaminhou R$ 222 milhões diretamente às unidades escolares, adquiriu lousas eletrônicas para todas elas e concedeu auxílio de R$ 850 aos administrativos em julho, totalizando R$ 5,2 milhões.
No fim do ano, a gestão municipal liberou bônus de R$ 5 mil a R$ 10 mil para cada profissional, com investimento de R$ 79 milhões. Para o ano de 2026 a Prefeitura de Goiânia concluiu o impacto financeiro para pagamento do piso nacional dos professores e da data-base dos administrativos para o encaminhamento do projeto de lei à Câmara Municipal.

Diálogo
O secretário-executivo da Secretaria Municipal de Educação (SME), Jaime Ricardo Ferreira, concedeu coletiva sobre os avanços da educação. O gestor defendeu o diálogo com a categoria que deflagrou paralisação e o cumprimento do piso salarial nacional, mas alertou para os impactos na aprendizagem das crianças. “Em 2025 foram pagos [piso e data-base], e este ano já está sendo estabelecido o projeto de lei do piso, que já vai para a Câmara. Em relação à data base, também já vai para a Câmara”.
“A SME está aberta ao diálogo, buscando caminhos para que as nossas crianças tenham a escola que elas precisam. Esses desafios são compatibilizar as demandas que nós falamos relacionadas à aprendizagem, ao cuidado com as crianças, à manutenção das unidades escolares e também com a valorização dos servidores municipais, professores e administrativos”, pontuou Jaime. “O prefeito Sandro Mabel está sensível às demandas da categoria”, concluiu.

Sobre o plano de carreira dos servidores, Jaime detalhou que o avanço depende de estudos. “O prefeito Sandro Mabel tem trabalhado muito com essa questão, já chamou a SME para que se estude essa possibilidade, fazendo os impactos, porque não é simplesmente fazer um plano de carreira, é verificar a viabilidade financeira, a viabilidade orçamentária”, detalhou o secretário-executivo da SME.
Segundo a administração, serão adotadas todas as medidas administrativas e jurídicas necessárias para garantir a continuidade do atendimento aos estudantes e reduzir os impactos da paralisação.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) – Prefeitura de Goiânia












